1- The Green Building Council/GBC - Brasil
http://www.onedegreeless.org/
A campanha já está no ar e todos podem assistir a propaganda nas principais emissoras de televisão.
O GBC Brasil foi criado em março de 2007 com o intuito de apoiar o desenvolvimento da indústria de construção brasileira. Para tanto, repassa informações sobre construções verdes e sobre técnicas que reduzem o impacto das construções. O foco da campanha que está passando na televisão é o simples, mas importante, ato de pintar os tetos das construções de branco. Segundo informações do site, pintando o teto com tinta refletiva, é possível uma redução de mais de 40 graus Fahrenheit da superfície pintada em um dia de verão. As coberturas brancas podem refletir de 70 a 80% da energia do sol e reduzir em 20% os custos com ar condicionado. Uma solução simples, com um grande resultado.
2- Freecycle
http://www.freecycle.org/
O Freecycle é formado por mais de 4.694 grupos distribuídos pelo mundo todo. O objetivo do movimento é reunir pessoas que desejam coordenar doações de qualquer coisa. Isso mesmo! Qualquer coisa!
Acho que não preciso escrever sobre consumismo para justificar uma iniciativa como essa. É óbvio que consumimos muito mais do que realmente precisamos. Praticar o consumo consciente é um exercício árduo, mas imprescindível.
3- Nova versão do site da Philips
http://www.sustentabilidade.philips.com.br/
Viviane Assunção, eterna colega de trabalho e grande amiga, me enviou o link para a nova versão do site da Philips. O que mais gostei no site foi o fato deles terem criado uma área específica para Responsabilidade Individual.
Eu acredito piamente que para que uma empresa trabalhe com conceitos como Sustentabilidade, Responsabilidade Social, Relação com Comunidades, etc., é imprescindível que os integrantes de suas equipes tenham internalizado esses conceitos. Isso é claro, se o objetivo da instituição, em relação às ações de desenvolvimento sustentável, estiver voltado para resultados concretos e não apenas marketing.
Segundo o site, a Philips acredita que “desenvolvimento sustentável é um processo que começa dentro da empresa. Por meio do comprometimento pessoal, um futuro sustentável poderá ser construído pela soma de esforços individuais e do exercício da cidadania”.
Espero que sirva de motivação para indivíduos e empresas!
segunda-feira, 9 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
Parte I
Ultimamente a “janela” de mensagens de meu MSN tem servido como uma fonte de referências a programas e iniciativas interessantes.
Mas só agora lembrei desse blog e resolvi postar aqui algumas dessas ações. Como em alguns poucos minutos, consegui lembrar de vários sites interessantes, vou dividir esse post:
PARTE I
1- Campanha do Instituto Akatu sobre desperdício de comida.
http://www.akatu.org.br/sites/desperdicio/
Uma das coisas que aprendi quando morei na Alemanha foi a ter vergonha de desperdiçar comida. O pudor lá é imenso, principalmente por causa das guerras vividas.
Conheci casos de pessoas mais velhas e sofridas da guerra, que por meses, quem sabe anos, guardavam na geladeira comida podre, só para não jogar fora um bem tão valioso (e que por tempos foi também escasso).
Guardando as devidas proporções, não proponho que tenhamos em nossas geladeiras comida podre. Não devemos chegar lá! A comida precisa ser totalmente consumida, independente se por nós ou por terceiros que não tem muito que comer.
2- Campanha Recycle for London – Deixe seu lixo com fome!
http://www.recycleforlondon.com/starve/
Essa é uma das campanhas mais bem boladas e divertidas que vi nos últimos meses. A simples idéia de deixar o lixo com fome me faz rir à toa!
Infelizmente, essa ainda não é uma realidade, mas serve como exemplo. Na Alemanha (novamente) a coleta de lixo era feita de forma espetacular.
Os sacos de lixo (chamados de “Gelbe Sack”) eram distribuídos gratuitamente em lojas de conveniência espalhadas pela cidade.
No final do ano recebíamos um calendário da coleta para o ano seguinte, dessa forma sabíamos com uma antecedência germânica os dias de coleta que estavam por vir!
Cada dia da semana era dia de um tipo de resíduo: um dia papel, em outro plástico, em outro lixo orgânico e por aí ia...
Em Bremen era dessa forma, mas a coleta de lixo da Alemanha segue uma legislação municipal.
Cada prédio possuía suas lixeiras específicas para cada tipo de resíduo e os condomínios que misturassem ou colocassem resíduos nos dias incorretos eram multados. Era uma paranóia saudável!
Mas só agora lembrei desse blog e resolvi postar aqui algumas dessas ações. Como em alguns poucos minutos, consegui lembrar de vários sites interessantes, vou dividir esse post:
PARTE I
1- Campanha do Instituto Akatu sobre desperdício de comida.
http://www.akatu.org.br/sites/desperdicio/
Uma das coisas que aprendi quando morei na Alemanha foi a ter vergonha de desperdiçar comida. O pudor lá é imenso, principalmente por causa das guerras vividas.
Conheci casos de pessoas mais velhas e sofridas da guerra, que por meses, quem sabe anos, guardavam na geladeira comida podre, só para não jogar fora um bem tão valioso (e que por tempos foi também escasso).
Guardando as devidas proporções, não proponho que tenhamos em nossas geladeiras comida podre. Não devemos chegar lá! A comida precisa ser totalmente consumida, independente se por nós ou por terceiros que não tem muito que comer.
2- Campanha Recycle for London – Deixe seu lixo com fome!
http://www.recycleforlondon.com/starve/
Essa é uma das campanhas mais bem boladas e divertidas que vi nos últimos meses. A simples idéia de deixar o lixo com fome me faz rir à toa!
Infelizmente, essa ainda não é uma realidade, mas serve como exemplo. Na Alemanha (novamente) a coleta de lixo era feita de forma espetacular.
Os sacos de lixo (chamados de “Gelbe Sack”) eram distribuídos gratuitamente em lojas de conveniência espalhadas pela cidade.
No final do ano recebíamos um calendário da coleta para o ano seguinte, dessa forma sabíamos com uma antecedência germânica os dias de coleta que estavam por vir!
Cada dia da semana era dia de um tipo de resíduo: um dia papel, em outro plástico, em outro lixo orgânico e por aí ia...
Em Bremen era dessa forma, mas a coleta de lixo da Alemanha segue uma legislação municipal.
Cada prédio possuía suas lixeiras específicas para cada tipo de resíduo e os condomínios que misturassem ou colocassem resíduos nos dias incorretos eram multados. Era uma paranóia saudável!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Vendedor de Enciclopédia Barsa
"A gente se sente como vendedor de Enciclopédia Barsa na era da internet, de tão difícil que é o convencimento". Essa frase veio de Fabio Feldmann, secretário executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade, quando falou sobre o Plano Nacional de Mudanças Climáticas do Brasil.
Desconsiderando o tamanho da questão e atendo-se apenas ao comentário, se isso for possível, eu me sinto assim quase todo dia.
As pessoas têm dificuldade de enxergar outras pessoas mais “preocupadas” com o entorno[1] como pessoas responsáveis por suas escolhas. Enxergam sempre como alarmistas, deterministas, chatas... Fica parecendo que sempre queremos doutrinar alguém. Que queremos convencer a humanidade a ir viver no meio do mato, comendo folhas e vivendo do sol. Não, não é isso. Já que vida é feita de escolhas, nada mais justo do que escolher conscientemente.
Então lá vai uma dica para quem decidir acompanhar este blog:
Plante uma árvore
As árvores são responsáveis, principalmente, pelo ar que respiramos. Deu para entender nossa responsabilidade?
Além disso, uma árvore adulta pode absorver até 250 litros de água do solo e transpirar aproximadamente 60 litros de água por dia. Essa transpiração também funciona como um purificador do ar. O vapor da água se espalha no ar e quando encontra as partículas de sujeira (provenientes, também, de nossas ações) cai por causa de sua densidade. Ou seja, a poeira que poderia ser aspirada por todos nós, é diminuída. Segundo pesquisas feitas na Alemanha, o teor das partículas de poeira em ruas arborizadas é 25% menor do que em ruas sem árvores.
De novo... deu para entender nosso papel?
Então, vamos lá! Pegue seu machado/computador e plante uma árvore!
Uma não! Plante várias!
[1] Notem que escrevi entorno ao invés de meio ambiente para não correr o risco de parecer ecochata!
Desconsiderando o tamanho da questão e atendo-se apenas ao comentário, se isso for possível, eu me sinto assim quase todo dia.
As pessoas têm dificuldade de enxergar outras pessoas mais “preocupadas” com o entorno[1] como pessoas responsáveis por suas escolhas. Enxergam sempre como alarmistas, deterministas, chatas... Fica parecendo que sempre queremos doutrinar alguém. Que queremos convencer a humanidade a ir viver no meio do mato, comendo folhas e vivendo do sol. Não, não é isso. Já que vida é feita de escolhas, nada mais justo do que escolher conscientemente.
Então lá vai uma dica para quem decidir acompanhar este blog:
Plante uma árvore
As árvores são responsáveis, principalmente, pelo ar que respiramos. Deu para entender nossa responsabilidade?
Além disso, uma árvore adulta pode absorver até 250 litros de água do solo e transpirar aproximadamente 60 litros de água por dia. Essa transpiração também funciona como um purificador do ar. O vapor da água se espalha no ar e quando encontra as partículas de sujeira (provenientes, também, de nossas ações) cai por causa de sua densidade. Ou seja, a poeira que poderia ser aspirada por todos nós, é diminuída. Segundo pesquisas feitas na Alemanha, o teor das partículas de poeira em ruas arborizadas é 25% menor do que em ruas sem árvores.
De novo... deu para entender nosso papel?
Então, vamos lá! Pegue seu machado/computador e plante uma árvore!
Uma não! Plante várias!
[1] Notem que escrevi entorno ao invés de meio ambiente para não correr o risco de parecer ecochata!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Sobre meu ponto de bifurcação
Porque você não escreve um blog sobre sustentabilidade?Por quê? Por quê??
Ouvi essa pergunta durante algumas semanas (e acreditem, só foram “algumas semanas” porque a pressão foi grande!) até que resolvi aceitar/ceder. Henrique sabe ser bastante convincente quando quer...
Mas eu cansava só de pensar em título, plano de fundo, cor de fonte, foto de perfil, etc. Só me animava quando pensava nas tantas coisas com as quais me deparo constantemente e que fazem meu mundo mudar.
Daí o título ficou fácil: Tipping Point! Ponto de bifurcação em nossa língua.
Segundo o site Planeta Sustentável, Tipping Point é “Cientificamente chamado de ponto de bifurcação, no qual o sistema se torna instável e transforma-se rapidamente, de maneira catastrófica ou em um novo equilíbrio”.
E é com esse equilíbrio que gostaria de me deparar mais vezes. Na verdade, tenho encontrado cada vez mais exemplos equilibrados, do que caóticos. Talvez seja otimismo, mas sei que a transformação pode acontecer de uma forma equilibrada. Faço disso minha rotina! Faço disso rotina de quem convive comigo!
Então, caso queiram fazer parte de uma mudança, equilíbrio e dessa minha “rotina”, sejam bem vindos!
Ouvi essa pergunta durante algumas semanas (e acreditem, só foram “algumas semanas” porque a pressão foi grande!) até que resolvi aceitar/ceder. Henrique sabe ser bastante convincente quando quer...
Mas eu cansava só de pensar em título, plano de fundo, cor de fonte, foto de perfil, etc. Só me animava quando pensava nas tantas coisas com as quais me deparo constantemente e que fazem meu mundo mudar.
Daí o título ficou fácil: Tipping Point! Ponto de bifurcação em nossa língua.
Segundo o site Planeta Sustentável, Tipping Point é “Cientificamente chamado de ponto de bifurcação, no qual o sistema se torna instável e transforma-se rapidamente, de maneira catastrófica ou em um novo equilíbrio”.
E é com esse equilíbrio que gostaria de me deparar mais vezes. Na verdade, tenho encontrado cada vez mais exemplos equilibrados, do que caóticos. Talvez seja otimismo, mas sei que a transformação pode acontecer de uma forma equilibrada. Faço disso minha rotina! Faço disso rotina de quem convive comigo!
Então, caso queiram fazer parte de uma mudança, equilíbrio e dessa minha “rotina”, sejam bem vindos!
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