terça-feira, 10 de novembro de 2009

Anúncios criativos - Parte II

Continuando...



"Use a eletricidade com sabedoria". Esse anúncio é da companhia de energia Eskom, da África do Sul.



A campanha feita pela Sukle Advertising & Design, de Denver, tem como objetivo diminuir o desperdício de água. O slogan é: "A grama é burra. Regue dois minutos a menos. Seu gramado não vai notar".




"Pense em quanto isso consome antes comprar". Imagens engraçadas de coisas "gordas" fazem propaganda de um site que permite calcular o consumo de energia desses aparelhos.




"A moda faz mais vítimas do que você pensa". Da Agência O&M, da Índia

Anúncios criativos - Parte I

Acabei de receber um email muito legal de uma amiga. Valeu Renatildes!

Anúncios criativos sobre o meio ambiente




Essa campanha foi feita para a World Wildlife Fund. À medida que o papel acaba, o verde da América do Sul também vai embora, simbolizando o impacto ambiental que o uso de simples toalhas de papel é capaz de provocar, além de alertar para outros desperdícios que podem levar às mesmas consequências.




Esse anúncio utiliza o movimento da sombra no cartaz para demonstrar como o aquecimento global levará ao aumento do nível dos oceanos.





A Prolam Y&R, de Santiago, criou um enorme outdoor mostrando refugiados fugindo de uma enchente na Ásia, com dúzias de ar condicionados sobre a superfície do cartaz, que diz a seguinte frase: "O ar que esfria sua casa aquece o mundo".
O Greenpeace utilizou a canção You Are My Sunshine, de Charles Mitchell e Jimmy Davis, para fazer esse divertido comercial, que diz algo como: "Até que a luz saia da sua bunda, use lâmpadas fluorescentes".



"Veja quanto monóxido de carbono você deixará de emitir se não dirigir por um dia". Essa é a mensagem que aparece na gigantesca nuvem preta presa ao cano de escape de um carro depois de passar o dia sendo inflada pela fumaça expelida pelo automóvel.






Nesse anúncio, as árvores foram posicionadas para parecer pulmões. A área desmatada é um alerta, e a frase no canto diz: "Antes que seja tarde demais".




A mensagem desse anúncio diz: "Você não pode ser lento em uma emergência. Aja agora pelo planeta".




Diesel, a fabricante italiana de roupas, colocou, no fim de janeiro, propagandas em jornais, revistas e outdoors que traziam modelos posando com roupas da marca em um mundo afetado pelo aquecimento global. Nas fotos acima, você vê o Cristo Redentor coberto de água até os pés e Nova York praticamente submersa.



SAFE é uma instituição de proteção aos animais que faz várias campanhas para expor e questionar a utilização desnecessária deles em experimentos e explorações comerciais. O anúncio acima tem como alvo o uso dos bichos como cachecóis, botas e outros produtos de couro e assim por diante.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Setor de telecomunicações aprova protótipo de carregador universal para celulares

Setor de telecomunicações aprova protótipo de carregador universal para celulares

Escrito por Fernanda Dalla Costa

A União Internacional de Telecomunicações (ITU em inglês) aprovou um protótipo universal de carregador para celulares energeticamente mais eficiente, antecipando em quase dois anos o início de um programa para reduzir emissões de CO2 e descartes dos periféricos pela indústria, a entidade anunciou em comunicado à imprensa.

O protótipo, que funciona por meio de um cabo micro-USB, deve ser disponibilizado aos fabricantes até o final de junho de 2010, informou um representante da indústria à rede britânica de notícias BBC.

Segundo reportagem da Revista Sustentabilidade, o início do programa foi anunciado no segundo trimestre de 2009 com estimativas de que o modelo universal estaria pronto em três anos.
Além de poder ser usado em todos os tipos de aparelhos para telefonia móvel, o carregador deverá usar um terço da energia utilizada pela maioria dos similares atuais.

A GSM Association, grupo internacional de operadoras e fabricantes de telefonia móvel, prevê que a medida gere uma redução de 50% no consumo de energia no mundo, além de reduzir o volume de carregadores nos aterros e lixões em aproximadamente 51 mil toneladas.

Neste contexto, o Brasil, com seus 165 milhões de aparelhos habilitados, o quinto mercado mundial de celulares, segundo a revista Info Online, poderá se beneficiar com redução da geração de lixo eletrônico.

Para a ITU, o projeto do carregador universal é uma parte fundamental da solução para a mitigação das alterações climáticas e vai ser levada aos fóruns internacionais de negociação sobre mudanças climáticas.


Em: http://www.revistasustentabilidade.com.br/s02/eficiencia-energetica/uniao-internacional-de-telecomunicacoes-aprova-modelo-de-carregador-universal-para-celulares

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

100 melhores blogs para aqueles que querem salvar o mundo

100 Best Blogs for Those Who Want to Change the World

General
United Nations Good Works: Find out what the United Nations is doing around the world from this blog.
Gladwell.com: Malcolm Gladwell, author of Outliers and other inspirational bestsellers, discusses making a difference, intelligent thinking, and other important topics.
Ordinary People Change the World: Find out how regular people can make a difference in the world from this blog.
Evange-list: Check out Evange-list to learn how you can use the Web to make the world a better place.
The Give Well Blog: This blog will tell you how to get the most change out of your giving dollar.
What Do You Stand For?: This blog encourages readers to find a cause for support.
A Volunteer’s Guide to Changing the World: Find out how you can change the world as a volunteer from this blog.
How I changed the world today: See what this blogger does on a regular basis to make a difference in the world.
Kiva Stories from the Field: Read the stories of Kiva fellows on this blog.
Blog for Change: Blog for Change will help you learn about causes, connections, and action.
The Change Blog: This blog is all about changing the world and changing your life.
So what can I do?: Read So what can I do? to find out hundreds of actions you can take to change the world.
One Person Can Make a Difference: This blogger demonstrates being a force for change in the world.
Skip a Lunch: Skip a Lunch is about making small personal sacrifices in order to help others.
Have Fun - Do Good: Have Fun-Do Good is written for people who want to change the world while having fun.

Environment
How to Save the World: Dave Pollard shares environmental philosophy and more on this blog.
Worldchanging: This blog encourages readers to change their thinking to support a more sustainable world.
Change the World: HGTV’s blog will tell you how to change your world without losing your mind. Green Tech: Through Green Tech, you’ll learn about the newest, most innovative green developments in technology.
Gristmill: Gristmill is full of environmental news and commentary.
Sustainable Food: This blog discusses practices and actions for more sustainable food.
GoodGuide: Check out GoodGuide to find products that are safe, healthy, and green.
Animal Rights: This blog focuses on the cause of animal rights.
Green Blog: This blog helps business leaders choose environmentally friendly solutions.
Sustainablog: Check out this blog to learn about sustainability, green business, and environmental politics.
Bright Green Blog: This blog discusses alternative energy, wildlife, living green, and more.
Stop Global Warming: Read this blog to learn what you can do to help put a stop to global warming.
Green Fork: Learn how to eat well and eat sustainably from this guide.
TreeHugger: TreeHugger shares green news and sustainable design with a modern twist.
Green Inc.: See how your business can be more environmentally friendly from this blog.

Social Action & Human Rights
Social Work/Social Action: This blog is written by the Wurzweiler School of Social Work at Yeshiva University.
Spare Change: Nedra uses social marketing to promote causes including health and social issues.
On Social Marketing and Social Change: Read this blog to find news and commentary on social change and marketing.
Human Rights Watch: Read Human Rights Watch to stay on top of the latest developments in human rights.
Poverty in America: Poverty in America fights poverty and supports organizations that help to end it.
Social Citizens: Learn more about social giving from this blog.
TakePart: On this blog, you’ll find out how to take action on social issues, human rights, politics, environment, and more.
Stop Genocide: Read this blog to find discussion on Darfur and more.
Aid Worker Daily: Get humanitarian news and reviews from Aid Worker Daily.
Survival International: Survival International encourages support of tribal peoples.
Gay Rights: Learn about developments in gay rights, and what you can do to support them.
Humanitarian Relief: Check out this blog to learn about humanitarian workers.
Global Health: Read the Global Health blog to learn what is being done about health crisises around the world.
Social Actions: Social Actions has blogs and community that supports social action.
Coalition for the Homeless: On this blog, you’ll learn about programs, advocacy, and ways to can help end homelessness.
The Humanist Community: This blog is all about promoting humanism.
Women’s Rights: Take action on women’s rights with the help of this blog.
Peace in the Middle East: This blog discusses the need, and actions for, peace in the Middle East.
Forced Migration Current Awareness Blog: On this blog, you’ll learn about refugees, IDPs, and forced migration.
End Homelessness: Find out what you can do to help end homelessness through this blog.
Blog for Darfur: This blog is on a mission to save Darfur.
End Human Trafficking: In this blog, you’ll learn what you can do to help end human trafficking.
iAbolish: iAbolish is the blog behind an American anti-slavery group.
Criminal Justice: This blog focuses on actions you can take to support a more fair criminal justice system.
Tobi Indyke’s Social Action Blog: Tobi Indyke shares events, actions, and more for social improvement.
Education: In this blog, you’ll find out how education can be reformed and improved.
Religious Action Center: The Religious Action Center shares how you can tackle world changing action through religion.
Immigration: On this blog, you’ll learn about the latest in immigration rights.

Inspiration
Operation NICE: Get inspired to be nicer every day by Operation NICE.
Gimundo: Gimundo shares good news and positive stories.
Zen Habits: On Zen Habits, you’ll learn about improving your life through simplicity.
The Hero Workshop: The inspiration in this blog will help you find your inner hero.
The Happiness Project: Check out this blog to learn about facing the challenge of being happier.
Abbey of the Arts: Abbey’s blog is a great resource for any artists who are creating for social change.
Sublime Goodness: This blog delivers inspiration with stories of goodness around the world.
Inspire Me Today: Gail Goodwin writes to help give you the motivation and inspiration to be, do, and create.
The Serendipity Factory: The Serendipity Factory celebrates happy discoveries, sharing news, quotes, and inspiration.
Philanthropy & Funding
Nonprofits can find a wealth of useful information through these blogs.
A Small Change: Check out this blog to learn about fundraising for non-profits.
Marketing for Nonprofits: On this blog, you’ll learn how you can help nonprofit marketing efforts.
Give & Take: Give & Take is an aggregator of blogs for the nonprofit world.
Tactical Philanthropy: Read Tactical Philanthropy to learn about the Second Great Wave of

Philanthropy & Funding.
Philanthropy Journal: On this blog, you’ll find nonprofit news and resources.
Cause Marketing: This blog highlights and analyzes cause marketing promotions.

Health Care
Universal Health Care: This blog discusses universal health care as a way to reform the health care system.
IgniteBLOG: IgniteBLOG offers a convergence of health care, marketing, and technology.
The Health Care Blog: The Health Care Blog is incredibly informative about the health care system and reform.
Subject to Change: Subject to Change focuses on social change in public health.
The Alan Katz Health Care Reform Blog: Learn about health care reform from Alan Katz on this blog.
Autism: On this blog, you’ll find news and actions relating to Autism.

Art
The Groundswell Blog: The artists featured on this blog are a part of social change.
Women’s Creative Collective: This collective is a group of women who create for change.
Make Art Like You Care: This blogger creates good art and good works for a better world.
the Painting Activist: This artist describes the world with a paintbrush.
on Social Design.: Check out this blog to find out what designers are doing for social change.
art + craft = craftivism: This blog focuses on art and craft for good.
Art for a Change: Mark Vallen’s blog highlights art theory and commentary.

Leadership & Business
All Day Buffet: All Day Buffet supports a business model that is based on investment in people.
Leading Blog: The Leading Blog writes to build a community of leaders.
Social Entrepreneurship: Nathaniel Whittemore’s blog is all about entrepreneurial ideas that support the greater good.
The Greater Good: Learn about new scientific research and compassion through this blog.
Fair Trade: This blog highlights ways in which fair trade is working, and how it can be better utilized.
How to Change the World: Guy Kawasaki’s blog is all about changing the online world.
The Practice of Leadership: This blog discusses influencing the world through leadership.
Social ROI: Get inspiration for social entrepreneurship through this blog.
Servant-Leadership Blog: Learn about the concept of becoming a leader who serves from this blog.
Ecopreneurist: Ecopreneurist offers news and support for green and sustainable business ventures.
Chief Happiness Officer: Alex Kjerulf’s blog discusses making business more fun, happy, and profitable.
Tworque: In this blog, you’ll find news and commentary on entrepreneurship and innovation in developing countries.
Seth’s Blog: Seth Godin can help you learn a thing or two about leadership. SustainableWork: SustainableWork supports the idea of creating sustainable startups and emerging enterprises.

Em: http://www.bestuniversities.com/blog/2009/100-best-blogs-for-those-who-want-to-change-the-world/

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Blog Action Day

No dia 15 de outubro de 2009, blogueiros de todas as partes do mundo falarão “a mesma língua”, sobre o mesmo assunto, ao mesmo tempo.

Este é o Blog Action Day, uma ação que partiu da Blogosfera e conquistou espaço na grande mídia.

A intenção do movimento é anualmente unir todos os blogs do planeta em um só objetivo: que cada blogueiro escreva sobre um tema comum a todos, pautado por um assunto de importância global com o objetivo de estabelecer um "diálogo global" na Blogosfera por pelo menos um dia.

Na edição de 2008, a segunda do Blog Action Day, o tema foi o "Pobreza"; a partir daí, qualquer pessoa poderia escrever naquele dia (15 de outubro) o que quisesse sobre o tema, ajustando-o ao enfoque de seu próprio blog.

O resultado não poderia ser mais positivo (como você pode conferir aqui): milhões de pessoas por todo o mundo refletiram, opinaram e discutiram sobre essa questão que aflige o planeta e que, gradualmente, estão tomando consciência e medidas práticas para erradicar esse problema.

O movimento foi tão bem sucedido que alcançou chega à sua terceira edição mais forte do que nunca.Blog Action Day. Uma questão. Um dia. Milhares de vozes.


Para mais informações: http://www.blogactionday.org/

Em: http://blogactionday.blogtv.uol.com.br/2009/09/25/o-que-e-o-blog-action-day

domingo, 11 de outubro de 2009

Tictac tictac!

Em: http://www.tictactictac.org.br/

TicTacTicTac


Acorda! Chegou a hora de salvar nosso futuro, e sua assinatura faz muita diferença. Ainda é tempo de evitar o pior, mas é preciso agir imediatamente! A transição para uma economia de baixo carbono pode trazer grandes benefícios, mas isso depende de como agirmos agora.




Veja mais em:

Dia de Ação dos Blogs 15 de outubro de 2009 ttp://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?22121/Dia-de-Ao-dos-Blogs-15-de-outubro-de-2009

As Cataratas do Iguaçu em minha casa!

Sem tem uma coisa que me tira do sério é ter que fazer reparos domésticos.

Se tem uma coisa que me tira duplamente do sério é fazer reparos doméstico nos finais de semana.

Agora imaginem ter que fazer reparos domésticos no domingo, véspera de feriado e com seu "quebra galho" doente...

Sem a ajuda de meu quebra galho Bonfim (e seu trabalho realmente condiz com seu nome), tive que recorrer às páginas amarelas. Definido meu salvador desse domingo, retornei ao banheiro para verificar como anda o vazamento de água 1.

Isso mesmo, o vazamento n°1! Porque a pessoa é tão sortuda, que conseguiu ter no mesmo fim de semana dois vazamentos:
  1. Filtro de água – problema parcialmente resolvido. Registro fechado e aguardando manutenção da empresa na terça-feira.
  2. Registro do banheiro – o registro que resolve parcialmente o problema de goteira do filtro resolveu pifar de vez hoje. Logo hoje!
Bom, tudo sob controle. Enquanto o encanador não chega o registro foi toscamente fechado (na base do alicate de pressão) por meu eficiente e consciente marido, que também não agüenta ver água sendo desperdiçada. E aqui estou eu, checando meus emails, quando lembro que para fazer o reparo, o registro geral terá que ser fechado. Mas que registro geral é esse?

Ligo para portaria e sou informada da inexistência de um registro geral para cada apartamento e sim de um geral para o prédio. Ou seja, para consertar meu vazamento, todos terão que ficar sem água por alguns minutos. E para conseguir fechar o registro geral deverei acordar a síndica em pleno domingo, às 8h, para pedir autorização.

Ah, mas isso não deve ser problema! Quem vai preferir dividir a conta de água à ficar alguns minutos sem lavar pratos??? (Isso porque o registro do banheiro social é o mesmo da cozinha). Quem?

Resumindo: ela autorizou o fechamento do registro geral para o reparo de meu vazamento, desde que o conserto não envolvesse quebranças: "Porque você sabe, né Luciana?! Não dá para fazer barulho no domingo".

Ah claaaaaaro!! É melhor ficar com o silêncio domingal à ter as Cataratas do Iguaçu em sua casa!
Mas Sra. Síndica, o vazamento é um chuveiro ligado 24h (no caso, seriam mais de 48h até o conserto). E essa água? Faço o que? A conta vem para todo mundo (e quando digo mundo, digo mundo mesmo! Apesar de na conversa, para facilitar o entendimento, ter me referido ao mundinho do condomínio).

Infelizmente ainda é muito fácil encontrar pessoas dispostas a pagar essa conta.

Agora é cruzar os dedos para o encanador conseguir consertar tudo. Porque se ele não conseguir, a primeira a fazer barulho (e de verdade!) serei eu.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

eco4planet

Muito legal!!!





O que é o eco4planet e por que usar?

O eco4planet utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de energia. Sua criação prova que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e ainda vários outros benefícios.

Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores de acordo com o número de pesquisas realizadas através dele, um passo importantíssimo para sua proposta ecológica - mais uma vez provamos que todos tem condições de colaborar com o meio ambiente e a sua participação divulgando o eco4planet é fundamental. Você pode acompanhar o contador de árvores na página principal e nos seguir via Twitter para ficar por dentro das datas e locais de plantio.

O eco4planet ainda economiza energia pois sua tela é predominantemente preta, e um monitor utiliza até 20% menos energia para exibi-la se comparado à tela branca. Considerando as mais de 2,55 bilhões de buscas diárias realizadas no Google™ com tempo médio suposto em 10 segundos por pesquisa e a proporção de monitores por tecnologia utilizada, teríamos com um buscador de fundo preto a economia anual de mais de 7 Milhões de Kilowatts-hora! Esse valor equivale à:

Mais de 63 milhões de televisores em cores desligados por 1 hora;
Mais de 77 milhões de geladeiras desligadas por 1 hora;
Mais de 175 milhões de lâmpadas desligadas por 1 hora;
Mais de 58 milhões de computadores desligados por 1 hora.

Economizar energia é uma forma de ajudar o planeta uma vez que para geração de eletricidade incorre-se no alagamento de grandes áreas (hidrelétricas), poluição do ar com queima de combustíveis (termoelétricas), produção de lixo atômico (usinas nucleares), dentre outros problemas ambientais. Soma-se a isso o fato de que o eco4planet pode gerar menor cansaço visual ao visitante se comparado a uma página predominantemente branca.

Sendo assim não há dúvidas de que essa ação é extremamente válida uma vez que somados os usuários teremos um resultado realmente significativo de economia de energia, gastos, preservação da natureza, e ainda mais: acreditamos que olhar sempre para o eco4planet fará com que as pessoas se lembrem da necessidade contínua de economizar energia elétrica e proteger a Natureza!

Em: http://www.eco4planet.com/; http://www.eco4planet.com/pt/porque.html.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Dream Ball by Unplug Design

London Design Festival 09 Preview: Dream Ball by Unplug Design

Recebi essa dica de uma amiga e repetindo o texto de meu último post: Viva a Criatividade!

ps1- os autores dessa brilhante idéia descreveram sua abordagem na criação do produto como : "Pull out the plug from the system and plug into the community." Algo como retire o plug do sistema e plugue na comunidade!


ps2- ainda sem tempo para escrever....


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Y in Cup!

Sem tempo para escrever, mas deixo aqui novas idéias!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Campanha Akatu Mais é Menos

Com o objetivo de sensibilizar e mobilizar os brasileiros para um consumo mais consciente, o Akatu lança sua nova campanha, chamada“Mais é Menos”. A campanha, desenvolvida pela agência Lew’Lara\TBWA, que trabalha de forma pró-bono como parceira institucional do Akatu, surgiu da constatação de que é necessário massificar a compreensão dos conceitos e práticas do consumo consciente, estimulando as pessoas a refletirem sobre o seu atual padrão de consumo e sobre a forma como as mudanças de comportamento podem ajudar na construção da sustentabilidade da vida no Planeta. O hot site da campanha, assim como outras ações online foram desenvolvidas pela agência Brancozulu, também parceira institucional do Akatu.



Mais em: http://blog.akatu.org.br/maisemenos/campanha/

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Sustentável 2009: com a cabeça fritando!!!

Ainda não consegui digerir todas as informações a que tive acesso, todas as discussões, controvérsias, exemplos e provocações.

Mas nesses quase três dias de Sustentável 2009 ouvi, mas do que falei. E isso é coisa rara!

Estava sozinha na maioria do tempo e tive que exercitar os ouvidos. E nos momentos de discussão, também preferi calar e ouvir.

Além de ouvir, escrevi muito também. Anotei, anotei e anotei.

A cada fala, apresentação, discussão, uma nova idéia. E minha cabeça foi ficando cheia de tantas pequenas revoluções.

No meu bloquinho do evento, fiz anotações mil e as separei conforme uma legenda:

Sublinhava o que achava importante.
Seta vazada = Atenção especial para novas formas.
Seta preenchida = Novas idéias para a empresa para qual trabalho.
Dentro de uma caixa = Idéias de temas para o blog.
* = Eu, meu trabalho e meus dilemas.

Como disse, ainda não tive tempo de concluir minha digestão. Então, vou postar aqui as frases, expressões e idéias que anotei. Algumas tiveram legenda, outras não. Apesar de nem todas terem as indicações acima citadas, todas as idéias foram de alguma forma importantes/interessantes, a ponto de parar em meu bloquinho.

Ressalto apenas que essas são falas de outras pessoas, reproduzidas pela velocidade de meu pensamento e escrita (que é bem divergente...).

Tentarei depois escrever mais sobre cada idéia. Hoje consigo apenas numerá-las...


  1. Toda forma de desperdício é poluição. (Obvio? Será mesmo?)
  2. As questões ambientais podem ser subcontratadas pelas empresas, enquanto o correto é uma mudança no DNA da empresa.
  3. Rape Free Phones. “The rape of Africa, designed in California and made in China”.
  4. Consumo exagerado de sacolas reutilizáveis.
  5. Primeira vez que em um shooping eu disse que trabalhava com Desenvolvimento Sustentável e a pessoa não fez cara de ??????
  6. Troca de caneta por lápis certificado na sacola do participante. Real necessidade de lápis...
  7. Mudança no perfil das pessoas que trabalha com Sustentabilidade no Brasil.
  8. Alguém paga mais por um produto de uma empresa que não conhece a história, mas que é considerada Ecofriendly?
  9. A comunicação da sustentabilidade x Comunicação para Sustentabilidade. A comunicação tem que saber dar velocidade e tamanho à ação.
  10. Mobilizar comprometidamente.
  11. Sensibilizar com dignidade.
  12. Pior lugar para a estratégia de sustentabilidade de uma empresa estar é na área de comunicação e/ou MKT (Piadinha interna: kkkkkkkkk).
  13. Alguém mede, de verdade, os resultados das campanhas de comunicação da sustentabilidade? Quais são os indicadores?
  14. Identidade é tudo, imagem é pouco.
  15. O que é sustentabilidade para sua empresa?
  16. A comunicação deve respeitar a inteligência do público.
  17. Realizar um World Café com equipe de líderes/coordenadores?
  18. Revolução individual e não individualista.
  19. Educar de forma sistêmica.
  20. Parcerias internas: unir diferentes forças.
  21. O risco maior é não fazer! Não fazer o que você quer fazer.
  22. Risco (pessoal) de achar que esta fazendo algo imoral. Medo que paralisa e não deixa a gente pensar em novas possibilidades e oportunidades =desafio.
  23. Convencimento para a alta direção.
  24. Sensibilização para os empregados.
  25. Focar na solução do problema e não na venda da solução.
  26. Sempre que possível, utilizar processos existentes.
  27. Guie e execute.
  28. Mantenha sua integridade, mas tenha paciência!
  29. Alta direção = o trabalho é amanhã!
  30. Empreendedores sociais = o trabalho é em longo prazo.
  31. Conte histórias, mas crie casos de estudo.
  32. Divida o que é sua propriedade e divirta-se!

Último comentário:

incrivelmente percebo agora que o número de anotações é equivalente à idade que farei esse ano...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Para rir!

Ter um amigo delegado é engraçado. Ter um amigo delegado como ele é mais engraçado ainda. Pessoa surreal, cara de pau, pirracenta, mas muito querida.

Fora as conversas que me deixam arrepiada é interessante ouvir um dos vários lados da história. Faz a gente ver que, apesar de raro, ainda existem funcionários públicos sérios.

Pois bem, estão construindo um prédio em um parque de Salvador, que fica em frente ao apartamento desse meu amigo.

O parque [1] criado em 1973 através do Decreto Municipal nº 4.52, foi palco de muitas estripulias da minha infância. Tenho fotos felizes de minha família e as lembranças são incríveis. Mas a lembrança é o que ficou...

Fora um anfiteatro que serve de palco para shows (uma das poucas coisas que movem as pessoas nessa terra), o parque está quase abandonado. Na verdade, a situação dos parques de Salvador é caótica.

O prédio que está sendo construido ao lado do parque, celebra o brilhante e novo PDDU do nosso prefeito. Sim, sim! Estou sendo irônica!

Ontem esse amigo chegou indignado e me disse “Lu, você não sabe que os filhos da #@$%&* estão fazendo...”

Não satisfeitos em construir um prédio nessa área, fizeram um canteiro de obras DENTRO do parque.

Meu amigo ligou pro telefone do Ibama em Salvador, mas ninguém atendeu. Depois de inúmeras tentativas, ele decidiu fazer uma visita a instituição.

Resumindo a visita: o Ibama justificou a falta de ação, dizendo que não tinha agentes para visita à obra e ainda passaram a bola adiante. Disseram para meu amigo, no papel de delegado, ir ao local da construção e prender os responsáveis.

Ciente de que esse não era seu papel, ele procurou a polícia ambiental do estado. Polícia Ambiental da Bahia??? Tem certeza???

Não encontrou ninguém...Hoje enviei para ele um site com os contatos da PMBA - CIA DE POLÍCIA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL – COPPA mas tenho quase 99,9% de certeza de que nada vai adiantar. Se nem o site deles funciona....

Enfim, o delegado foi na obra, conversou com o pessoal que estava trabalhando e só depois de dar uns gritos é que se fez ouvir de fato.

Depois de rir muito com a história dos gritos (e essa não dá para contar aqui...) e tirando um pouco o foco da reação de um delegado incomum, pensei na verdadeira piada: as instituições ambientais do governo. PIADA!!! É mesmo de rir!!

[1] O parque conta com cerca de 720 mil m² de área verde. É um local de preservação da mata atlântica, vegetação original da costa brasileira, e também o único local da cidade em que há a trasição da mata atlântica para as dunas, e, por isso, podem ser encontradas diversas espécies ornamentais e frutíferas. Sua topografia é acidentada e o solo é argiloso, além de haver pântanos.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Como assim?

Recebi um email com o título "Excelente video contra os ecos-chatos...." e com um link para um vídeo.

Nem sei por onde começar a criticar o vídeo...

Se for para considerar que aquilo era um show humorístico, é de rir mesmo. Aliás, é para rir em qualquer circunstância!

Não tenho nem como levar a sério o que parecem ser argumentos contra uma possível proteção ambiental. O discurso é tão raso, infundado e inflamado, que o tal do George Carlin, esquece (ou provavelmente não sabe) que dentro de uma idéia de Desenvolvimento Sustentável, a economia e a sociedade, junto com o meio ambiente, são considerados aspectos conexos e interdependentes.

Então como assim cuidar do homem e esquecer o meio ambiente?

COMO ASSIM???

Só tenho mesmo uma coisa a dizer, Ignorance is bliss!!!

Vejam lá: http://www.youtube.com/watch?v=X_Di4Hh7rK0&feature=player_embedded

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Instituto Ethos lança versão 2009 dos Indicadores Ethos de RSE

EM: http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/2629/servicos_do_portal/noticias/itens/instituto_ethos_lanca_versao_2009_dos_indicadores_ethos_de_rse_.aspx

A ferramenta foi adotada pelo Programa Latino-Americano de Responsabilidade Social Empresarial (Plarse) e está sendo adaptada ao contexto sociopolítico de cada um dos países participantes.

Os Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Empresarial 2009 já estão disponíveis para preenchimento. Ferramenta de autoavaliação e aprendizado no que diz respeito à incorporação de práticas de responsabilidade social na gestão empresarial, os Indicadores Ethos auxiliam as empresas na identificação de questões críticas e no gerenciamento dos impactos socioambientais decorrentes de suas operações.

A versão 2009, que mantém o conteúdo anterior, marca oficialmente a adoção dos Indicadores Ethos pelo Programa Latino-Americano de Responsabilidade Social Empresarial (Plarse), iniciativa conjunta do Instituto Ethos com o Forum Empresa, a Fundação Avina e a Organização Intereclesiástica de Cooperação para o Desenvolvimento (ICCO). Atualmente são sete as organizações participantes do Plarse: Adec (Paraguai), Ceres (Equador), Coborse (Bolívia), Iarse (Argentina), Instituto Ethos (Brasil), Perú 2021 (Peru) e Unirse (Nicarágua).

O programa tem como objetivo fortalecer o movimento de RSE em países da América Latina pela troca de conhecimento e experiência entre as organizações participantes e a consolidação de parcerias para que projetos de RSE sejam disseminados. Os Indicadores Ethos de RSE são um desses projetos e vêm sendo adaptados ao contexto sociopolítico de cada um dos países. Essa adaptação segue a mesma estrutura conhecida dos Indicadores Ethos, o que faz com que os usuários brasileiros não sejam afetados por esse processo.

Todas as organizações participantes terão uma base geral dos Indicadores de RSE, que será comum a todos os países, e uma base específica, exclusiva por país. Essa construção vem sendo feita conjuntamente, com apoio técnico do Instituto Ethos, e permite que as empresas usem os Indicadores de RSE tendo como parâmetro de comparação não apenas as empresas locais, mas também as empresas no âmbito latino-americano.

O prazo de preenchimento dos Indicadores Ethos de RSE 2009 e dos Indicadores Ethos-Sebrae de RSE 2009 vai até 30 de abril de 2010. Participe!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Novidade da Terra Cycle

A TerraCycle chega ao Brasil em um projeto da Pepsi Co/Terra Cycle Brasil em parceria com a rede Wal-Mart.

Esse é o primeiro passo da TerraCycle para sua expansão, que ainda prevê atuação em países como Canadá, México e no Reino Unido.

Veja mais em:

Vídeo no Youtube - http://www.youtube.com/watch?v=LfNCQo2vN6Q
Site TerraCycle - http://www.terracycle.net/cbb/cbb.htm

Que beleza!

Sou fã da The Body Shop principalmente pelos valores da empresa. Segundo o próprio site da empresa são seus valores que fazem a diferença: “The way we do business, the way we make products, the way we source ingredients, and the way we use our voice; we're different because of our Values”.

Eu passava hooooras na loja perto de minha casa, ainda que não comprasse nada (o que era difícil de acontecer porque eu estoquei cremes e mais cremes para minha volta ao Brasil). Me divertia descobrindo a origem das matérias primas e as especificações dos produtos e embalagens. Adorava os cheiros de frutas de meu país, como a manga e era viciada em um hidratante de castanha do Brasil (conhecida por aqui como Castanha do Pará ou Castanha do Amazonas).

Fui morar na Alemanha e a Body Shop ficou longe... Na cidade onde eu morava só havia uma loja na estação de trem e os produtos eram bem caros (talvez por causa da conversão de £ para €). Acabei me conformando em usar hidratantes da Nivea e produtos para o cabelo da Schwarzkopf. Tudo bem, não são empresas líderes em sustentabilidade, mas a Alemanha me proporcionou a vida mais “verde” que já tive.

Quando voltei ao Brasil, tinha a Natura. Também sou fã da Natura principalmente pelos valores da empresa. E são muitos os valores... Também dá para se divertir passando hooooras no site!

Hoje li em uma revista que a M·A·C tem um programa chamado Back to M·A·C Program. Ao retornar 6 embalagens dos produtos M·A·C a(o) consumidora(o) (rsrs) recebe um batom como “ forma de agradecimento”, como está descrito no site.

Acho que estou começando a ser fã da M·A·C...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Reciclar é...

Ontem realizei uma dinâmica com algumas pessoas da empresa para qual trabalho que objetivava a construção do conceito de Desenvolvimento Sustentável do grupo de empregados. No final do expediente, uma de minhas colegas me disse que achou bem interessante o trabalho e que estava começando a repensar na responsabilidade de empresas com a sustentabilidade, já que anteriormente ela achava que esse papo de empresas comprometidas era, como dizemos por aqui, conversa para boi dormir. Tão perigoso isso nos dias de hoje...

Eu retruquei dizendo que, apesar de infelizmente ainda existirem empresas que utilizam a sustentabilidade como forma de vender uma imagem responsável só para sair bem na foto, o número de empresas de fato comprometidas cresce cada vez mais. Vide a guerra dos supermercados pela “foto” mais bonita!

Uns implantam medidas de redução do consumo de sacolas plásticas, outros criam produtos “verdes”. Uns dão créditos aos clientes que usam sacolas reutilizáveis, outros apóiam projetos sociais e criam institutos para gerenciar os programas de Responsabilidade Social Empresarial – RSE.

Mas uma medida é certa e comum a todos: a separação de resíduos! Todos os supermercados participantes dessa corrida rumo à sustentabilidade possuem, na maioria das vezes em seus estacionamentos, coletores para a separação de vidros, plásticos, metais e papel.

Há (pelo menos) duas semanas que ando com meu carro com três sacos de vidro, três de plástico e dois pacotes consideráveis de papel.

Fora o incomodo de ouvir os potes e garrafas de vidro batendo a cada freada, foi um porre ouvir de amigos que meu carro estava uma bagunça, que parecia um carrinho dos catadores de rua, etc.

Finalmente hoje encontrei tempo (e disposição) para passar no supermercado de meu bairro, para descartar o lixo separado. Para minha surpresa os coletores grandes do estacionamento haviam sumido...

Entrei na loja e perguntei para três atendentes sobre os coletores. Eis as respostas:

Pergunta: O que houve com os coletores de reciclagem que ficavam lá fora?

Atendente 1: “ Se não estiverem lá fora é porque não tem mais”
Atendente 2: “ Que coletores?”
Atendente 3: simplesmente apontou para 4 mini lixeiras (do tamanho das de minha casa).

Questionamentos/reações em ordem de acontecimento:

1º Será que os empregados não são treinados para entender a função e objetivo daqueles coletores?

2º Será que os coletores estão em manutenção?

3º Será que essa é uma das empresas que minha colega comentou?

4º Será que os resíduos eram tão poucos que eles reduziram os coletores para mini lixeiras?

5º Não vou deixar meus resíduos aqui! Vou a outro supermercado dar uma olhada para ver se consigo deixar lá.

6º Entrei no carro e no caminho para o trabalho lembrei de uns catadores que acumulam os resíduos perto de uma ponte, onde o caminhão deles para e recolhe os sacos. Fui lá:

Eu: Ei, moço! Vocês querem uns sacos de vidro, plástico e papel que tenho?

Moço: Queremos sim! Pode me entregar!

Eu: Tem umas garrafinhas de plástico que não sei se servem para reciclagem. Veja aí!

Moço: Essas não servem, mas pode deixar que a gente joga no lixo correto! E quando tiver mais garrafas e vidros, pode passar aqui e nos entregar! Obrigado e bom dia!

Eu: Bom dia moço! Bom São João!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A energia quem vem das frutas

Mais um texto enviado por minha prima Marta Dias.

Valeu Martinha!!!



Enquanto a Itália desenvolve painéis solares feitos de cascas de frutas, na África pesquisadores ingleses criam “tijolos” de banana usados como combustível


Junho 01, 2009 11:26 PM
Da Revista Sustenta

Engana-se quem pensa que a energia derivada das frutas é apenas a calórica. Pesquisadores italianos da Universidade Tor Vergata, em Roma, desenvolveram painéis solares feitos a partir de cascas de fruta, verduras e legumes. Em parceria com o Pólo Solar Orgânico – instituto da iniciativa privada voltado para pesquisa em energias renováveis –, os cientistas descobriram que custa menos produzir células fotovoltaicas a partir de materiais orgânicos do que utilizando o silício, matéria-prima cara por conta do processo de transformação para a indústria, que é responsável por 60% do valor final das placas.

No caso das placas feitas a partir de orgânicos, o preço é mínimo, tanto para a produção, quanto da matéria-prima. Hoje, as placas a base de silício custam entre € 6 a € 12 por watt. Com a nova tecnologia, esse preço pode cair para apenas € 2. As próprias máquinas utilizadas na produção dos painéis tradicionais variam de € 15 a € 100 milhões, enquanto os feitos de restos de comida custam apenas um milhão.

Eficiência e combate ao desperdício.

Entender a discrepância do custo na produção de painéis solares a partir de materiais orgânicos ou de silício é simples. Mas a eficiência é igual? Os experimentos mostram que a eficiência orgânica é ainda maior. O princípio de funcionamento é o mesmo das células solares comuns, só que as orgânicas têm os semicondutores constituídos por corantes extraídos dos restos vegetais.

Os componentes químicos e eletrônicos do painel ficam entre duas placas de eletrodos e são sobrepostos uns aos outros, em camadas de extratos vegetais, reagindo quimicamente e para produzir energia limpa. “As células ativadas pelos corantes absorvem a radiação solar, permitindo o fenômeno da separação das cargas para a produção da energia”, descreve Franco Giannini, diretor do Polo Solar Orgânico, à BBC Brasil.

De acordo com o professor, as células orgânicas são mais eficientes por serem tridimensionais e, por isso, podem captar a radiação da luz vinda de todas as direções. Além disso, as placas de frutas são muito mais finas e não têm diferença substancial na absorção de energia solar em relação às convencionais. Isso permite que os pigmentos possam ser aplicados em película, vidro ou plástico – podendo ser utilizado em janelas, por exemplo.

Para aqueles que se preocupam não só com iniciativas energéticas limpas, mas com a justiça social envolvida na distribuição de alimentos, é importante lembrar que o processo utiliza apenas sobras orgânicas, evitando, assim, que falte comida para a população. “Usamos aquilo que é jogado fora – as cascas da laranja, por exemplo – e transformamos em matéria básica para a geração de energia elétrica. O Brasil tem uma agricultura forte e pode se interessar por essa tecnologia", afirmou Giannini, que já trabalhou no País.

Alternativa energética para a África.

A experiência italiana com os painéis solares alternativos não é a única inovação energética feita a partir de material orgânico. Apesar de ser uma tecnologia bem mais simples que as placas fotovoltaicas, cientistas da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, descobriram uma maneira muito simples e eficiente de utilizar restos da produção de banana. Além da possibilidade de fazer vinhos e cerveja, os pesquisadores passaram a utilizar as cascas da fruta pra produzir combustível. Elas são trituradas juntamente com as folhas e caules, que, processados, são transformados em tijolos. Quando queimados, assumem a mesma função de, por exemplo, uma tora de madeira, servindo para cozinhar ou iluminar.

O processo é muito simples. As cascas, os caules e as folhas da bananeira, que normalmente seriam descartados – estima-se que para cada tonelada de banana produzida no mundo, 10 toneladas de resíduos sobram –, são processados, prensados (para eliminar os líquidos) e, por último, ficam expostos ao sol por cerca de duas semanas para secar.

Países africanos como a Tanzânia, Burundi e Ruanda, grandes produtores de banana, podem ter sua contribuição para as mudanças climáticas bastante reduzidas, já que mais de 80% de sua produção energética vem da queima de madeira. http://www.planeta-inteligente.com/

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Da frigideira para o motor

Por Marcela Valente*



Buenos Aires, 15 de junho (IPS/IFEJ) – Um município argentino pôs em marcha um programa que obriga os restaurantes e outros estabelecimentos que servem refeições a entregar o óleo comestível usado para destilar biodiesel, que será utilizado em veículos da municipalidade e do transporte público. “Conseguimos evitar que o óleo usado vá para o esgoto e contamine a água, economizamos em combustível, criamos consciência ecológica e damos um projeto a um povo destinado a morrer”, sintetiza Martín Issin, subsecretário de Produção da prefeitura de Necochea e encarregado do Programa de Biodiesel que controla a coleta, produção e consumo deste combustível renovável.

A cidade turística de Necochea, na costa do Oceano Atlântico, é a principal do distrito homônimo, situado 500 quilômetros a sudeste da capital argentina, na província de Buenos Aires. No verão recebe muitos visitantes e abriga mais de 80% da população permanente do distrito, de cerca de cem mil habitantes. Não é ela a “destinada a morrer”, mas o povoado de Ramón Santamarina, a 65 quilômetros . Seu despovoamento que não para teria induzido as autoridades a pensarem em trasladar para lá a Escola Agropecuária. Mas foi a Escola o lugar escolhido para instalar a processadora municipal de biodiesel, o que reanimou a vida e a atividade de Ramón Santamarina. “Por isso dizemos que este projeto permite resgatar potencialidades produtivas e reter a população rural”, disse Issin.

A Argentina é o terceiro produtor mundial de biodiesel, depois da Alemanha e dos Estados Unidos, com mais de 1,4 milhões de toneladas anuais. Contudo, a produção está concentrada em poucas empresas dedicadas a exportar e não a atender a demanda interna, que vai aumentar a partir de 2010. A lei de biocombustíveis, sancionada em 2006, determina que, a partir do próximo ano, o combustível para motores diesel deve ter mistura de pelo menos 5% de biodiesel, cuja queima emite menos gases de efeito estufa. Porém, especialistas temem que a lei não possa ser cumprida porque os produtores de biodiesel preferem o mercado externo, que é mais lucrativo.

Desde que Necochea iniciou o Programa de Biodiesel, em 2004, até o ano passado, a coleta de óleo vegetal usado passou de 7,4 para 94,8 toneladas anuais. “A coleta está em permanente aumento”, comemorou Issin. O município decretou, em 2004, que todos os estabelecimentos que vendem comida devem se registrar como fornecedores de óleos vegetais usados e solicitar a retirada desses resíduos, em troca de uma identificação que colocam em suas fachadas para destacar o cumprimento. Hotéis, restaurantes e fábricas podem ser inspecionados e multados pela Direção de Obras Sanitárias, que inspeciona o despejo de resíduos. A adesão de particulares é voluntária.

O programa conta com 700 empresas fornecedoras que trabalham o ano todo e outras três mil que funcionam no verão. O óleo é recolhido por um veículo do município, que funciona apenas com biodiesel. As autoridades decidiram incluir no esquema o aproveitamento de vasilhames de produtos agroquímicos, considerados muito contaminantes. Cada um deve ser submetido a tripla lavagem antes de ser usado como recipiente para o óleo dos restaurantes.

“Estamos abertos o ano todo, mas é no verão que trabalhamos mais e temos de pedir mais vasilhames porque temos de 80 a cem litros de óleo por semana”, contou ao Terramérica Maria Isabel García, proprietária do restaurante La Taberna Española. “É um sucesso. Em Necochea há carros de aluguel que utilizam biodiesel”, acrescentou. Gustavo Aguirre , gerente do restaurante Hereford, comentou que o plano “é uma solução e uma comodidade. O município manda os vasilhames e vem retirar. Isso favorece porque não temos de buscar e levar”, afirmou.

O óleo é levado até a processadora em Rampon Santamarina, onde fica armazenado em um tanque para lavagem. Os restos orgânicos se destinam à minhocultura. O fluido passa por uma bateia de filtragem para livrá-lo de impurezas, até chegar ao tanque de decantação, onde é aquecido e a água é retirada. Uma vez destilado, com metanol e soda cáustica, o biodiesel é separado do glicerol, subproduto que pode servir de matéria-prima para a produção de sabão, segundo Issin. Na mesma Escola Agropecuária, foi instalado o único fornecedor de combustível do povoado, que abastece os veículos escolares e municipais e automóveis particulares.

“Estamos na categoria de autoconsumo porque o volume não permite que seja vendido. Mas economizamos com combustível em nossa frota”, explicou Issin. O parque automotivo local tem 70 unidades, que funcionam com misturas que vão de 50% a 100% de biodiesel. Duas unidades da Companhia de Ônibus de Necochea testaram, durante seis meses, uma mistura de 20% de biodiesel, com resultados “excelentes”, segundo o funcionário. A Subsecretaria de Produção apresentou o programa ao Fundo Argentino de Carbono, administrado pela Secretaria de Meio Ambiente nacional, que facilita investimentos em eficiência energética e adoção de fontes renováveis.

Com a certificação do Fundo, o programa pode ter acesso a financiamento no contexto do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo previsto no Protocolo de Kyoto sobre mudança climática, para mitigar a geração de gases como o dióxido de carbono, que aquece a atmosfera. Assim, poderia ser ampliada a capacidade da unidade, que emprega cinco pessoas. A experiência pioneira levou o governo da província de Buenos Aires a implantar, em 2007, o Plan Bio, pelo qual cerca de 20 organizações não-governamentais cuidam de recolher, gratuitamente, o óleo usado e vendê-lo às refinarias privadas a preço de mercado. A renda obtida é usada pra financiar trabalhos sociais dessas entidades.


* Este artigo é parte de uma série produzida pela IPS (Inter Press Service) e pela IFEJ (Federação Internacional de Jornalistas Ambientais) para a Aliança de Comunicadores para o Desenvolvimento Sustentável (www.complusalliance.org).

Crédito da imagem: Gentileza Municipalidade de Necochea
Legenda: Identidade visual do Programa de Biodiesel de Necochea, na Argentina.

LINKS
Municipalidade de Necocheahttp://www.necochea.gov.ar
Fundo Argentino de Carbonohttp://www.ambiente.gov.ar/?idseccion=111
Biodiesel aceita inclusão social, em espanhol http://www.tierramerica.net/2006/1028/noticias3.shtml
Biodiesel iluminará comunidades amazônicas, em espanhol http://ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=89251
Biodiesel se mescla com guerra, em espanhol
http://ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=39535

Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

O Limoeiro...

Por causa de uma virose passei a sexta e o fim de semana de cama e não pude postar o texto no dia correto. Dan Dan, desculpe pelo atraso!

O texto abaixo foi escrito por meu colega, amigo e plantador de árvores Daniel Teixeira.

Certo dia, contei uma história que ocorreu comigo para minha amiga Luciana (a quem carinhosamente chamo de Gut Gut). Assim que terminei, ela me pediu que a escrevesse para que assim pudesse colocar no seu blog.

Enrolado como sou passaram-se meses e eu não escrevi, seja porque passo meus dias no trabalho na frente do computador e abomino passar meu tempo livre na frente destas máquinas, ou seja por pura e simples preguiça.

Mas hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente, acredito que seja uma data muito boa para contar essa breve história, pois narra a minha primeira recordação de preocupação sincera com o meio ambiente.

Meus avôs tinham um grande sítio em Itacimirim, lugarejo no litoral norte da Bahia, onde eu veraneava muito quando pequeno. Era um sítio enorme repleto de coisas para fazer e eu passava as tardes perambulando e aprontando as maiores peripécias e aventuras.

Lembro de um dia estar brincando com meus primos de pirata ou guerreiro e estava sendo perseguido por um primo mais velho. Para fugir passei correndo descalço por um limoeiro e por uma bendita sorte que aparentemente só eu tenho pisei num espinho enorme do limoeiro. Cai no chão gritando e ainda apanhei de meu primo. A dor era aguda e as pancadas de meu primo não deixaram a desejar a nenhum “Popó” da vida.

Depois de apanhar levantei mancando e estava sentindo tanta raiva do limoeiro que peguei o pedaço de madeira que tinha na mão e “quebrei no pau” (como dizemos na Bahia) o bendito. Me recordo que muito pouco sobrou da árvore a não ser pelo caule central.

Na hora que terminei o extermínio do meu inimigo, completamente vingado e satisfeito, meu pai apareceu na janela da casa e me viu com a arma do crime e a vítima caída a minha frente. Levei uma das maiores broncas da minha vida, me sentindo um ser desprezível e injusto, e meu pai sabiamente, como castigo, me fez cuidar do Limoeiro até o final do verão.

Todos os dias eu levantava, tomava café e ia regar o limoeiro e colocar adubo. Almoçava e ia regar e adubar o limoeiro. Jantava e logo em seguida... ôh... Daniel lá do lado do limoeiro. Fiquei ainda mais indignado com o limoeiro, pois ele me tirava o tempo de diversão.

Ao passar dos dias fui notando que o limoeiro se recuperava aos poucos e eu acabei gostando da idéia dele estar bem por conta do cuidado que dedicava a ele.

Cuidei do limoeiro durante todo aquele verão e quando este acabou e tivemos que voltar para Salvador percebi que ele mostrava significante sinal de melhora.

Quando voltei no ano seguinte o limoeiro já estava forte, farto e dando muitos frutos. Os melhores limões não vinham da feira de Pojuquinha. Vinham do meu velho inimigo, que beneficiava a todos, os adultos nas caipirinhas e tempero de comida e os jovens no refresco de limão da hora da merenda.

Veraneei lá no sítio Gota D´Água até meus 23 anos, quando meus avós o venderam, e não se passou um veraneio sequer em que eu não regasse, adubasse ou me sentasse num final de tarde tomando água de coco ou comendo melancia ao lado do limoeiro, que ao final sempre ganhava as cascas.

Aprendi a lição e hoje planto uma árvore por dia no www.clickarvore.com.br .

Essa é a minha primeira lembrança de ter me preocupado com o meio ambiente. Desde então sempre fiquei muito atento as questões de preservação ambiental e aos impactos gerados devido as minhas ações diárias.

Acho que se cada um tivesse pisado num espinho de limoeiro e tivesse um pai consciente como tenho a sorte de ter, não estaríamos nesse caminho.

Plante sua árvore!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Public awareness: Global warming

Recebi esse vídeo de André Sá.

Por mais clichê que pareça, o problema é real, grave e demanda ações urgentes de todos.

Pensar no quanto podemos ser afetados pelo aquecimento global é pensar no nosso futuro.

Lembro que nas aulas de geografia a professora ensinava que no Brasil não havia furacões, tornados, terremotos...O Brasil era uma terra abençoada. Era! Agora vemos e sentimos na pele as consequências das mudanças climáticas. E nós, que acreditávamos que nunca iríamos vivenciar essas calamidades...

Talvez agora seja o momento de acreditar que nossa geleira também pode derreter!!

Sobre o vídeo:
Advertising Agency: Ponto de Criação / fluor, São Paulo, Brazil
Creative Director / Copywriter: Guto ArakiDirector: Ricardo CarvalhoArt Director / FX supervisor: Reinaldo PinaFX artist: Rodrigo PinaPost Production / 3D: Tribbo PostPhotographers: Ricardo Carvalho, João CarvalhoAssistant Art Director: Keyla AkemiAssistant Copywriter: Angela RibeiroAudio: Comando-SAired: January 2009


video

terça-feira, 28 de abril de 2009

Rumo à Credibilidade: Uma pesquisa de relatórios de sustentabilidade no Brasil.

A FBDS e a SustainAbility lançaram oficialmente, em 9 de dezembro, a pesquisa "Rumo à Credibilidade", o oitavo benchmark das melhores práticas em relatórios de sustentabilidade.

Trata-se do primeiro projeto do programa Global Reporters com foco em um único país: o Brasil, economia emergente a caminho das melhores práticas para o desenvolvimento sustentável.

O objetivo do projeto foi analisar a qualidade dos relatórios de sustentabilidade, encorajar as empresas brasileiras a aprimorarem suas práticas de relatar e expor o que empresas globais podem aprender com estas.

Confira aqui o ranking das Top 10 que apontam liderança em qualidade de relatórios elaborados por empresas brasileiras.

Os Top 10

Empresa Setor de Atividade Pontuação

1 Natura Higiene e beleza 54%

2 Suzano Petroquímica Petroquímica 53%

3 Ampla Concessionária
de energia elétrica 52%

4 Coelce Concessionária de
energia elétrica 52%

5 Banco Real Serviços financeiros 51%

6 Energias do Brasil Concessionária de
energia elétrica 47%

7 Sabesp Concessionária de
água e saneamento 46%

8 Bunge Agronegócios 41%

9 Celulose Irani Papel e celulose 41%

10 Banco Itaú Serviços financeiros 35%

Média de 47%

Em: http://www.fbds.org.br/article.php3?id_article=796

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Banco Imobiliário Sustentável e celular ecológico

A rede Wal-Mart lançou em parceria com a Brinquedos Estrela S/A o jogo Banco Imobiliário Sustentável.


O foco do jogo tradicional é o dinheiro, que (ainda) movimenta o mundo. Nessa nova versão o dinheiro foi trocado por créditos de carbono e os bairros do antigo tabuleiro por reservas naturais. Algumas companhias de transporte foram trocadas por empresas de agricultura orgânica, energia limpa e reflorestamento.


Uma ótima opção para trabalhos de educação ambiental.






Outra novidade do Wal-Mart, em parceria com a Motorola e Claro, é o primeiro celular ecológico do mundo.


O celular tem certificado CarbonFree, um kit 100%reciclável (desde a embalagem até o manual), 25% de sua estrutura externa feita a partir da reciclagem de garrafas plásticas e sua bateria tem vida útil de até nove horas de conversação.


sexta-feira, 27 de março de 2009

Lets get together/Coke.

Difícil escrever sobre o link enviado por meu amigo Daniel Teixeira[1].

Dificuldades:

Não gosto de refrigerantes, principalmente Coca Cola. Não gosto da “cultura Coca Cola”, da forma como eles vendem a idéia de que uma vida sem o produto é uma vida sem graça. Não gosto da forma como as crianças de hoje crescem tomando coca-cola na mamadeira e os pais são levados a acreditar (alguns acreditam porque querem acreditar de fato...) que “é só um golinho!” ou “ que mal pode fazer?”.

Não sou especialista e por isso não quero me alongar muito nos meus porquês.

Então para falar do que me foi enviado, encerro minhas dificuldades e mando o link:

http://www.letsgettogether.co.uk/Home

Tem um vídeo bem interessante sobre embalagens e outro sobre reciclagem. Ambos em inglês.

Para saber mais:

http://www.cokecorporateresponsibility.co.uk/

http://presscentre.coca-cola.co.uk/viewnews/iconic_coke_can_creations_mark_recycle_week


[1] Daniel é formado em Publicidade e Propaganda, trabalha com Comunicação e planta uma árvore por dia!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Universidades organizam brechó social

Recebi ontem a notícia da realização de uma feira de escambo em Salvador. A notícia na integra está logo abaixo. Muito legal!
Para quem não é da cidade, existem outras formas de ações nesse sentido. Já escrevi aqui sobre o Freecycle Salvador, que na verdade é uma rede de doação.
Para quem quer trocar e não doar, existe o Xcambo. Apesar de ter me cadastrado para entender do funcionamento do site, ainda não fiz nenhuma troca e por isso não tenho tanto a dizer. Mas só pela iniciativa, vale uma visita ao site!

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Universidades organizam brechó social

Você sabe o que é economia solidária? Pelo sim, pelo não, já pode entrar no "esquema" e, na prática, entender o que significa esse conceito. Basta participar do Brechó Social 2009, evento marcado para um sábado, 9 de maio. Os postos de troca estão abertos e prontos para o escambo.

Separe algumas roupas, calçados e outros produtos novos ou em bom estado de conservação e que não tem mais utilidade para você e, nos postos, receba alguns "grãos", moeda de troca que substitui o real.

O evento será realizado no Parque da Cidade e é resultado de parceria entre universidades públicas e privadas com objetivo de apoiar a economia solidária e o consumo consciente, através da troca de produtos como brinquedos e outros utensílios.

DESPRENDIMENTO - "Ter desprendimento para com produtos que estão sem utilidade em casa e a perspectiva de se comercializá-los através de uma moeda de troca (Grão) com uma lógica de economia solidária é uma prática de consumo consciente", afirma Débora Nunes, Adjunta para Extensão Comunitária da Reitoria da Universidade Salvador (Unifacs).

O brechó chega ao quarto ano de existência e pretende movimentar 50% a mais de produtos em relação ao ano anterior. "No ano passado foi um evento urbano, com 5 mil produtos e cerca 2 mil pessoas circulando no local. Para este ano, a expectativa é um aumento de cerca de 50%", calcula Débora, que também é presidente do Fórum de Extensão das Instituições de Ensino Superior (IES) Particulares.

O ideal é que os produtos sejam levados para troca, pelo menos, uma semana antes do evento, para que sejam separados e armazenados para posterior alocação nas barracas temáticas.


Para mais informações os interessados podem encaminhar um email para o endereço eletrônico aec@unifacs.br ou entrar em contato pelos telefones 3330-4643 e 3330-4650.

terça-feira, 24 de março de 2009

A vergonha do papel higiênico

Quando me formei fui morar na Inglaterra para fazer um curso de pós graduação em Planejamento Ambiental (na verdade em Environmental Decison Making). Depois de passar quase 1 ano no Reino Unido, resolvi me mudar para a Alemanha para aprender alemão. Na verdade aprendi muito mais sobre outras coisas do que a língua propriamente. Aprendi mais sobre consciência ambiental morando na Alemanha do que durante o curso na Inglaterra.

No curso refleti sobre questões técnicas e na Alemanha pude vivenciar a prática de um estilo de vida ambientalmente muito amigável. Além de ter sido muito interessante, levo essas experiências e exemplos para onde vou.

Hoje, em outro canto do mundo, durante uma reunião em Caetité (sudoeste da Bahia) me perdi na contagem de vezes que citei exemplos do que presenciei na Alemanha.

O menino na fila do banco dando uma lição no pai sobre lixo, a distribuição do Gelb sack, as garrafas de refrigerante retornáveis... Mas um fato muito interessante é a compra do papel higiênico.

Como os supermercados não fornecem sacolas plásticas para os clientes, as compras devem ser levadas conforme a preferência do cliente. Ou seja, pegue seu mochilão de trekking, seu carrinho de compras de vovó ou até mesmo o carrinho de seu bebê e se vire!!!

Eu, particularmente, era adepta das mochilas e por isso, enfrentava a “vergonha do papel higiênico”. Imaginem a cena da pessoa andando pelas ruas de Bremen com uma mochila lotada nas costas e um pacote de 12 rolos de papel higiênico embaixo do braço. Confesso que nas, pelo menos, três primeiras vezes me senti esquisita. Mas passou rápido ao ver que eu não era a única. Era na verdade uma na multidão, ou melhor, uma nação de carregadores de papel higiênico!

Outro dia me peguei no supermercado estranhando o fato de não ter escondido aquele pacote obsceno dentro de um saco (não cabia nas minhas sacolas, tão pouco no saco plástico do supermercado). Mas logo lembrei de minhas andanças por Bremen com o bendito estampado em minha cara e conclui que obsceno mesmo é carregar sacolas de plástico.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Sustentabilidade em Perspectiva.

Por André Eysen de Sá [1]

1. Mobilização para um novo milênio

Pode-se afirmar que a pujança econômica mundial presenciada na última década, contribuiu expressivamente para minimizar a pobreza e a fome global, assim como melhorou a qualidade de vida de muitas pessoas do planeta.

Entretanto, apesar desses avanços, o mundo continua convivendo com cerca de 19% da população sobrevivendo com menos de US$1 por dia, o que significa que mais de 1 bilhão de pessoas segue abaixo da linha de pobreza, do mesmo modo, recém relatório da WWF indica que estamos consumindo em recursos naturais, 30% acima do que estamos sendo capazes de regenerar na natureza.

O recente colapso do sistema financeiro, que abalou conjuntamente todas as economias mundiais, expôs abertamente a fragilidade do atual modelo de desenvolvimento econômico, evidenciando que práticas empresariais pautadas na especulação selvagem, pela exploração irresponsável dos recursos naturais e pela baixa transparência dos seus negócios, estão fadadas ao fracasso e a perda de competitividade na nova perspectiva do comércio mundial.

Considerando que estes desafios não são novos, mas que seus indicadores vêm piorando gravemente ao longo dos últimos anos, cada vez mais o tema da Sustentabilidade tem ganhado força nos fóruns internacionais e nas agendas de Governos, na busca de soluções mundiais que iniciem a reversão dos atuais impactos.

Ao mesmo tempo, a Sociedade Civil tem demonstrado estar cada vez mais consciente do seu papel nessa dinâmica global, revendo práticas de consumo e organizando-se de modo a influenciar governos e grandes corporações empresariais a mudarem seu modelo produtivo. E por sua vez, o meio empresarial vem adotando gradativamente medidas que possam atender a esses novos requisitos de competitividade, passando a integrar os componentes da sustentabilidade a sua matriz de negócio.

Entretanto, sem sombra de dúvida, as empresas possuem um papel catalisador nesse processo, tendo novos desafios e oportunidades nesse novo contexto da sustentabilidade, uma vez que os objetivos e resultados a serem alcançados nesse atual cenário serão proporcionais a capacidade de atuarem em rede, e inegavelmente, de agirem no presente tendo como perspectiva o futuro, tornado-se empresas mais responsáveis, eficientes e duradouras.

[1] Mestre em administração com ênfase em gestão do terceiro setor. Vem atuando nos últimos 05 anos em projetos que visam a qualificação de territórios turísticos. Atualmente coordena a implementação de um Centro de Educação, Desenvolvimento e Cidadania no Empreendimento Reserva do Paiva (Pernambuco) da Odebrecht.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Sustentabilidade – um paradoxo da modernidade

Por Martha Rocha[1].

Acho que esse título já existe em um livro, artigo, dissertação ou qualquer outro tipo de trabalho científico. Se não existe, é porque existe no imaginário de pessoas que estudam, discutem ou experienciam o trabalho em comunidades onde se vê o embate/debate entre a manutenção dos padrões tradicionais a experiência da modernização por meio de empreendimentos que ali se instalam.

Tenho pensado nisso desde que participei do Programa de Desenvolvimento Sustentado da Costa dos Coqueiros (1998-2003), do instituto de Hospitalidade. De lá prá cá, não consigo mais trabalhar em nada que não tenha em si pelo menos o germe da sustentabilidade, essa palavrinha que aproxima e assusta; que é perseguida por alguns e odiada por outros. Isso porque, na minha modesta opinião, a sustentabilidade não é algo simples de conseguir. Ser sustentável não é tão fácil quanto plantar novas árvores no lugar de árvores derrubadas para a construção de um prédio qualquer; não é tão direto quanto dizer às crianças que não dá prá passar sabonete com o chuveiro ligado, porque todo mundo vai ficar sem água um dia; não é tão moderno quanto assinar abaixo-assinados digitais contra o desmatamento da Amazônia.

As primeiras discussões sobre Desenvolvimento Sustentável se expressam no Relatório “Nosso Futuro Comum”, produzido pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD), criada pela Assembléia Geral da ONU de 1983 e presidida por G. Harlem Brundtland. O documento, mundialmente conhecido como “Relatório Brundtland”, partia da preocupação, já existente naquele momento, com o esgotamento dos recursos naturais, por conta da degradação ambiental, fruto do uso indiscriminado dos mananciais e matérias-primas, e como exigência da complexificação tecnológica, já bastante perceptível então. O grande problema dessa perspectiva era que se partia do princípio de que o “primeiro mundo” deveria servir de exemplo para o “terceiro mundo”.

Em 1992, forma-se a Comissão Mundial de Cultura e Desenvolvimento, a partir de iniciativa da UNESCO e da ONU, no sentido de repensar a questão do desenvolvimento. Essa comissão, presidida pelo então Secretário Geral das Nações Unidas, Javier Pérez de Cuéllar, produziu um relatório chamado “Nossa Diversidade Criadora”, que apresentava a seguinte tese fundamental:

... o desenvolvimento compreende não apenas o acesso a bens e serviços, mas também a possibilidade de escolher um estilo de coexistência satisfatório, pleno e agradável. Em uma palavra, o desabrochar da existência humana em suas várias formas. Os bens e serviços presentes na visão convencional e estreita do desenvolvimento só têm valor porque contribuem para nossa liberdade de viver de acordo com nossos próprios valores. A cultura, por conseguinte, mesmo tendo em vista sua importância como instrumento do desenvolvimento (ou obstáculo a ele), não pode, em última instância, ser reduzida à posição subsidiária de mera promotora (ou freio) do crescimento econômico[...]. O desenvolvimento e a economia são, pois, aspectos da cultura de um povo.

Para se atingir a sustentabilidade, então, é necessário se proceder ao fortalecimento da comunidade, tornando os sujeitos que aí se localizam, cidadãos capazes de gerir seus destinos, na condição de “comunidade sustentável”.

Sustentabilidade é tudo isso e mais. Penso que buscar a sustentabilidade é começar a entender verdadeiramente que o meio ambiente inclui pessoas, cultura e, principalmente, história e participação política; é entender que o ser humano é total, inserido num território que também é parte desse homem.

Enfim: sustentabilidade é equilíbrio entre o tradicional e o moderno, entre aquilo que dá sentido a nossas vidas (nossas memórias, nossos antepassados, nossa cultura) e aquilo em que queremos nos transformar (nosso bem-estar, nosso trabalho, nosso futuro). E isso é super difícil de alcançar.


[1] Martha Rocha
Mestre em Sociologia do Trabalho e especialista em metodologia de pesquisa. Professora universitária e pesquisadora, tendo atuado em diversos projetos de intervenção para geração de trabalho e renda. Atualmente coordena trabalho de mobilização social em São Francisco do Conde, onde deverá ser implantado um eco-resort (Ilha de Cajaíba), pela Property-Logic do Brasil.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Óleo das cozinhas soteropolitanas e adjacentes!

Hoje meu colega de trabalho, Rodrigo Berbel[1], me indicou o site da Comanche Clean Energy.

Não sei muito sobre o trabalho da empresa na produção de combustíveis renováveis, mas o que me chamou atenção foi a Campanha Comanche de reciclagem de óleo de cozinha.

Através de folhetos distribuídos em Simões Filhos e Salvador, é ratificada a importância da destinação correta do óleo de cozinha.

Em um país como o Brasil, que produz 9 milhões de litros de óleo de cozinha por ano, é muito importante que as pessoas possam descartar este resíduo de forma correta. O grande problema é que as pessoas, além de não compreenderem as conseqüências de se jogar óleo diretamente no ralo da pia, não sabem que a reciclagem é possível.

Quando jogado no ralo, o óleo segue para as redes de esgoto e é posteriormente despejado, na grande maioria das vezes, em mares e rios. Cada litro de óleo pode poluir cerca de 1 milhão de litros de água. O acúmulo de óleo nos encanamentos da rede de esgoto pode causar entupimento, impedir o fluxo de resíduos e até mesmo causar rompimentos na rede.

As vezes não nos damos conta das conseqüências de nossos atos cotidianos e por isso seguimos com uma repetição de costumes que não mais podem ser tolerados.

Hoje quando Rodrigo veio me mostrar o folheto da campanha, a primeira pergunta dele foi: o que você faz com o óleo de cozinha produzido em sua casa? Eu, felizmente, pude responder que não produzo óleo, porque não utilizo o produto (não como fritura). No mesmo momento em que respondi a pergunta, lembrei de minha pegada ecológica.

No início da semana refiz o teste da WWF para descobri a minha pegada atual. Apesar de tomar muito cuidado para não impactar o meio ambiente negativamente, ainda uso carro como meu principal meio de transporte, consumo carne e alimentos de origem vegetal e uso ar condicionado freqüentemente. Sabendo das conseqüências desses hábitos, procuro reduzir minha pegada de outras formas (vide Click Árvore).

Em relação ao uso do ar condicionado, preciso dizer que tentei usar o Ecobrisa, mas aqui em Salvador, além de ser muito quente, o clima é úmido e por isso o aparelho não consegue ser tão eficiente como em locais secos. É uma ótima solução para cidades como Brasília.

Voltando à Campanha da Comanche, para quem mora em Salvador, Simões Filhos e entorno, vale a pena checar o site http://comanche.com.br/ ou ligar para 0800 723 1180.

Além de fornecerem os galões plásticos para coleta do óleo, eles fazem a coleta em sua casa!


[1] Rodrigo é técnico agrícola e trabalha como técnico de meio ambiente.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Hora do Planeta

Hora do Planeta 2009

Movimento mundial de combate ao aquecimento global, a Hora do Planeta acontecerá pela primeira vez no Brasil. O WWF-Brasil convida toda a população a apagar as luzes em 28 de março de 2009 por uma hora - entre 20h30 e 21h30.Para conscientizar a população sobre a importância da adoção de novos hábitos e mobilizar a sociedade no combate ao aquecimento global, a Rede WWF lançou o movimento Hora do Planeta, conhecido internacionalmente como Earth Hour.

Trata-se de um ato simbólico que envolve governos, empresas e a população em geral.A idéia é que durante uma hora, no próximo dia 28 de março, as pessoas apaguem as luzes entre 20:30 e 21:30. A ação espera atingir mais de 1 bilhão de pessoas, em 1.000 cidades ao redor do mundo.

O ato de apagar as luzes foi escolhido símbolo do movimento global porque na maior parte dos países a produção de energia elétrica gera grande quantidade de gases de efeito estufa que causam as mudanças climáticas. Já no Brasil, a matriz energética é uma das mais limpas do mundo e o desmatamento das nossas florestas - principalmente Amazônia e Cerrado -, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal causador do aquecimento global.

Faça parte. Apague as luzes por um futuro mais sustentável!

Em: http://www.earthhour.org/brasil

quarta-feira, 11 de março de 2009

TerraCycle

Hoje recebi um email sobre Tom Szaky. Imagino que ao falar de Tom Szaky, algumas pessoas devem reagir da mesma forma que eu: Tom quem??

Para mim, nesse momento de deslumbramento completo em que me encontro, Tom Szaky e Jon Beyer deveriam ser considerados os gênios do ano! Deveriam ganhar mil prêmios pela criatividade, empreendedorismo, obstinação e inovação com que desenvolveram seu trabalho.

Para explicar um pouco mais sobre minha indicação à mil prêmios:

Tom Szaky e Jon Beyer são os fundadores da TerraCycle. De novo: Terra o que??

A TerraCycle foi fundada em 2001 por dois estudantes da Princeton University que tiveram a idéia de processar lixo e transformá-lo em um produto útil.

Segundo o próprio site, o Plano de Negócios da empresa foi elaborado inicialmente para ser apresentado em um concurso patrocinado pelo Clube de Empreendedores de Princeton.
Os dois estudantes resolveram criar o que chamaram de “Worm Gin” e para tanto acordaram com o restaurante universitário de Princeton que receberiam e processariam todo o lixo produzido. A utopia: construir uma empresa economicamente bem sucedida e ao mesmo tempo ambiental e socialmente responsável.

Em 2003 participaram do concurso Carrot Capital business plan, ganharam U$ 1 milhão e (pasmem!) recusaram o prêmio porque não gostaram do direcionamento que a Carrot Capital queria dar ao negócio.

Depois de participar de outros concursos e receberem recursos de financiadores pontuais, a empresa começou, em 2004, a comercializar seus produtos no site da loja The Home Depot. Em 2005 as vendas foram expandidas à redes como Whole Foods, The Home Depot Canada, Wal-Mart Canada.

TerraCycle foi reconhecida pela revista Red Herring como uma das 100 empresas mais inovadoras e recebeu o prêmio “Environmental Stewardship” da The Home Depot Canada.

A idéia é produzir fertilizantes naturais e orgânicos provenientes de húmus (cocô de minhoca) e vender o produto em garrafas pet reutilizadas. Eles apenas (pasmem novamente!) mudam o rótulo.

As garrafas chegam assim:
E saem assim:
Chegam assim:

E saem assim:

E o melhor é que a idéia de reutilização é usada em toda cadeia de produção! As caixas de papelão usadas para empacotar e transportar os produtos são oriundas de outras fábricas que não as utilizaram por “defeitos” de impressão.

Fantástico! Vale muito a pena conferir!

Divirtam-se:
http://www.terracycle.net/index.htm